Arte Potiguar

Apreciando a arte do Rio Grande do Norte.

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Arte Visual 2009

Postado por "Vir" on sábado, 7 de novembro de 2009

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Arte Visual 2007

Postado por "Vir" on segunda-feira, 8 de junho de 2009

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Artes Visuais - 2008

Postado por "Vir" on quinta-feira, 23 de abril de 2009

Novembro de 2008 - Matérias:

Museu Memorial Natal será inaugurado amanhã - Artista mostra técnica de canetismo - Natal ganha novo museu no Parque da Cidade - Exposição marca Dia da Consciência Negra - Ulysses Leopoldo expõe peças em marchetaria - Socorro Evangelista expõe na Conviv’art - Verdadeiro brincante potiguar - O mar silencia - Artista plástico e pintor Diniz Grilo morre em acidente -

Novembro de 2008 - Vídeos:

pinturas rupestres em lagoa dos velhos RN (amador) -

Outubro de 2008 - Matérias:

Dorian Gray vai restaurar obras de arte do DER/RN - A arte das pedras: artistas recriam inscrições rupestres - Museus agora estão dentro da lei -

Outubro de 2008 - Vídeos:


Setembro de 2008 - Matérias:

Curta Natal vai para o Moviecom e estréia longas - Dearte promove primeira semana das Artes Visuais - Djalma Paixão expõe a partir de hoje no Solar Bela Vista - Exposição mostra obras bordadas e criadas por Ângela Almeida - Diário de Bordo de Flávio Freitas - História de uma heroína do Seridó - Artista alemão expõe “As Cores da Música” no TAM - Ateliê infantil

Setembro de 2008 - Vídeos:



Agosto de 2008 - Matérias:

Entre santos, vídeos e brincadeiras - Roosevelt Trindade na ponta do lápis - De volta ao porão - Depois do temporal

Agosto de 2008 - Vídeos:



Julho de 2008 - Matérias:

Diálogo intercultural na galeria da UFRN - Sebrae inaugura espaço cultural - Carlos Borges expõe Artérias Urbanas - Concurso seleciona projetos de arte para combater à violência - A vida pelas lentes de Thereza - Vatenor expõe 25 telas inéditas hoje -



Julho de 2008 - Vídeos:




Junho de 2008 - Matérias:

Museu Djalma Maranhão reúne peças do inventário popular - Artistas potiguares sobem a serra em julho - Artista austríaco expõe "1+1=2" no Palácio da Cultura - Memorial de Natal será o primeiro multimídia do Estado - "Ceará-Mirim- fragmentos" está em exposição no Orla Sul - Exposição mostra obras de arte que nascem das páginas dos jornais - Mar inspirador em exposição na FJA -



Junho de 2008 - Vídeos:



Maio de 2008 - Matérias:

Dorian Gray expõe com a filha Dione Caldas - Cine Nordeste será Centro para Artes Visuais - Arte na ponta da caneta - Exposição retrata cultura popular em pinturas surrealistas - Artistas plásticos terão comemoração em Natal - Fotógrafo potiguar é premiado no Amazonas - Entre os grandes -



Maio de 2008 - Vídeos:



Abril de 2008 - Matérias:

Um mundo em quadrinhos - Os Guerreiros das Dunas: álbum com HQ nacional - Cadeiras para pensar - Exposição mostra "Elementos dos Sonhos" -





Abril de 2008 - Vídeos:

Arte na biblioteca do Santarém - Gibiteca - Escultor e suas obras - Diniz Grilo (parte 1) - Diniz Grilo (parte 2) - Mamulengo de Chico Daniel - Pirogravura


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Uma escola de talentos


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QUEM É RHASEC?

Postado por "Vir" on sábado, 7 de junho de 2008


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Ateliê

Quem visita o Cemitério Morada da Paz, em Parnamirim-RN, depara-se com algo sui generis: uma exposição permanente de artes plásticas, na ala dos velórios, com peças que vão do sacro ao erótico. O responsável por esse trabalho é o artista Paulo César Gonçalves, 49, mais conhecido como Rhasec, César ao contrário, acrescido de um “h”, por sugestão da numerologia. O mais interessante é que Rhasec mora no próprio cemitério, onde mantém um ateliê e dá aulas de Educação Artística. Nesta entrevista, ele, que se considera o precursor da escultura em pedra-sabão no Estado, conta aos leitores de O Mossoroense sobre o seu processo de criação e os motivos que o levaram a se demitir do emprego de professor universitário e a se separar da família para viver de arte viva na casa dos mortos.

Vamos começar pelo seu nome.

Meu nome é Paulo César Gonçalves, nome de batismo. Desde o princípio eu quis desenvolver uma assinatura artística, César, Gonçalves, até que comecei a assinar Rasec, César ao contrário. Há sete anos, acrescentei o “h”. Eu fiz numerologia e botei R-H-A-S-E-C, Rhasec. De vez em quando, chega um amigo de antes e diz “Paulo!”. Fica esquisito, vamos continuar com o Rhasec, que é marketing e eu quero fortalecer.

Você é professor de Artes.

Sou professor de Artes, formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Educação Artística, especialidade em Artes Plásticas e Desenho. Fui instrutor e técnico do Senai até dez anos atrás, quando pedi as contas e me entreguei à arte. Me separei de tudo, da família, e vim pra cá (para o Cemitério Morada da Paz) desenvolver um trabalho de escultura em pedra-sabão, que é minha especialidade. Eu me considero precursor da pedra sabão no Estado, há 15 anos.

Você veio para o cemitério a fim de fazer escultura?

Para desenvolver a escultura. Hoje em dia eu desenvolvo a escultura e a pintura.

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Exposição permanente de artes plásticas, na ala dos velórios

E a idéia da exposição no cemitério?

Quando eu estava fazendo as esculturas – eu tenho 13 esculturas aí fora –, à noite, eu começava a pintar aqui e saía muito tarde, meia-noite, uma hora da manhã. E os meninos (os proprietários) disseram: “Vamos arrumar um lugar para você descansar”. Então eu fui ficando, fui trazendo minhas roupas, e no final das contas eu tenho uma suíte.

É uma situação curiosa.

Há um impacto cultural, até humorístico. Eu vim fazer escultura e acabei morando no cemitério. Uma idéia incrível: morar e trabalhar dentro de um cemitério, com a consciência de estar mudando costumes.

Como é que as pessoas recebem a sua arte? Elas vêm para um sepultamento e, de repente, se deparam com a exposição...

Há um impacto, positivo e negativo. O nosso objetivo é humanizar o espaço do Morada da Paz, o espaço do cemitério. Nós temos a idéia de que cemitério é aquela coisa tenebrosa, mórbida, de choro. Eu não vou dizer que não tem isso, principalmente com relação à saudade, mas quando as pessoas chegam e entram aqui, há um impacto, porque o lado emocional delas está abalado e a arte vem como se fosse um meio para amenizar aquele momento. Essa é uma parte positiva.

E a parte negativa?

O negativo, que eu nem sei se é negativo, é o impacto em si, porque as pessoas vêm com uma determinada idéia de cemitério, de encontrar tudo isso o que eu falei anteriormente, e quando chegam aqui encontram a paz, encontram a arte, encontram uma pessoa que, graças a Deus, sabe receber muito bem, dando até orientações espirituais. Eu estudo essa parte, tenho quadros que são muito místicos.

Quais as suas linhas de trabalho?

Eu tenho uma variedade de linhas de trabalho, o Abstracionismo, o Figurativo, o Paisagismo. Tô criando um estilo novo, Figurativo, porém bem característico meu. Então, existe o lado cômico, mas existe o lado filosófico e este é o que me prende mais.

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Trabalho em alto relevo, de sete metros, “Tributo a Michelangelo

A atmosfera do cemitério influencia no seu trabalho?

Influencia. Desde novo, eu desenvolvo um trabalho variado, mas há sempre uma tendência mística. Depois você vai ver trabalhos de pintura, até mesmo na escultura, no que se refere à parte sacra. “Reencontro”, por exemplo, é uma inspiração de pintura naquelas pessoas que dizem ter visto uma luz durante o coma. Outros trabalhos, como “A família” e “O profeta”, todos direcionados à parte religiosa. Eu trabalho também com o budismo, a mitologia greco-romana.

Você é um espiritualista...

Um espiritualista ecumênico.

Como você define as suas esculturas?

Minhas esculturas são figurativas, são adjetivas, não são abstratas. Aqui dentro são mais clássicas. Tenho um trabalho em alto relevo, de sete metros, “Tributo a Michelangelo”, com as duas mãos, a de Deus e a do homem. A minha primeira peça desenvolvida aqui tem o título de “Metamorfose”. Interessante: depois dela, minha vida mudou praticamente em tudo.

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Onde você consegue a pedra-sabão?

Eu comprei a primeira pedra em Lajes, mas essa pedra tem em várias localidades. Não é idêntica à de Minas Gerais, contudo, ela dá condições de fazer um trabalho bonito.

Rhasec, você é de onde?

De nascimento, sou paraibano de Campina Grande. Meus pais me trouxeram para cá bem novo. Passei a adolescência em Natal, depois estive em São Paulo, no Rio de Janeiro, voltei pra cá, entrei na universidade. Depois que me formei, ensinei na UnP...

E por que deixou o ensino?

Eu não quero me prender a instituições, porque isso aí vai castrar minha criatividade. Nessa disciplina de horário, você também se autodisciplina e fica metódico. Foi por isso que também deixei o Senai.

No cemitério você é contratado para fazer arte?

Interessante, eu não sou contratado, sou autônomo, aqui dentro mesmo. Tenho o apoio do Grupo Vila (empresa mantenedora do Morada da Paz). Fui contratado para fazer as peças e depois me cederam este espaço. Existe uma permuta entre eu estar aqui – a presença de um artista dentro de um cemitério é uma coisa sui generis – e as peças que eu tenho que fazer.

Você vive da arte?

Aos trancos e barrancos, mas vivo da arte. Sou uma pessoa comedida, não tenho vícios, sou embevecido pela arte e a última coisa em que eu penso é no dinheiro. O artista geralmente não é rico.

Quantos anos você tem?

Essa daí é ótima. Bem, eu sou de 1955, então completei 49 anos.

Tem medo da morte?

Não tenho medo da morte e sou muito curioso. Se eu tivesse oportunidade para ir ao outro lado e voltar, em troca de dois anos de minha vida, eu daria esses dois anos. Eu tenho uma ansiedade de saber. E pra que saber? Eu quero saber para colocar tudo isso na arte. Não tenho medo da morte, tenho medo do que eu preciso fazer aqui na vida, para que a morte não me pegue desprevenido.

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Quais são os temas centrais do seu trabalho?

Os meus estilos são dois, o clássico e o surrealista. O clássico porque todo artista que se preze tem de passar pelas escolas, principalmente a escola Clássica, onde você tem que venerar – eu digo mesmo essa palavra – os grandes ícones, como Michelangelo, Rafael, Leonardo da Vinci e tantos outros.

Quem é seu ídolo na pintura?

Na pintura é Salvador Dali.

E na escultura?

Na escultura eu sou aprendiz de feiticeiro de Michelangelo. Aqui em cima (apontando para o teto da sala) eu desenvolvi esse trabalho para passar a mesma dor que ele passava com o torcicolo, essa coisa toda.

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Qual é o título desse trabalho?

“Éden”, os jardins do Éden.

Que histórias interessantes você passou, pelo fato de morar no cemitério?

Recentemente fui ao banco e, em determinado momento, a pessoa teve que pedir meu endereço. Eu disse: “Ponha aí, Morada da Paz”. A menina olhou e perguntou: “Você está brincando?”. Respondi que não, que moro realmente no Morada da Paz. E ela: “Tá certo, qual o número do jazigo?”.

Conte outra.

Centro de Convenções, meia-noite, fim de uma feira onde eu estava expondo, e o meu carro com um pneu seco. Quando fui olhar o estepe, ele também estava baixo. Então vi um táxi: “Já sei, vou falar com o cara, o cara me empresta o estepe, boto no meu carro, ele vai atrás de mim, e eu pago a corrida”. A idéia era ótima, o taxista disse que dava para fazer, o carro era o mesmo. Quando ele perguntou aonde iríamos, que eu respondi “Para o Cemitério Morada da Paz”, o cara botou um baita olho pra mim: “O que, homem, você está brincando uma hora desta!”.

Parece história de assombração

Eu disse que estava vivo, me identifiquei, disse que pagaria um pouco mais, e o cara não veio mesmo. Outro taxista topou.

Quais os seus horários de trabalho?

Eu trabalho de 8 horas da manhã até uma, duas horas da madrugada, todos os dias, sem estresse. Gosto mais da noite porque fico sozinho. Gosto muito de estar sozinho.

Já lhe fizeram alguma encomenda estranha?

Não. Já me perguntaram se eu já vi alma, se eu já ouvi sussurros. Nunca vi nada de extraordinário. Digo muito que essa parte é psicológica, é cabeça, é cultural. O cemitério não é um espaço qualquer, é um lugar especial, porém, eu não estou apto a abrir essa porta. Eu sou muito sensível na parte das emoções.

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O Artísta Rhasec

Quer acrescentar algo?

Em 2005, pretendo visitar escolas e cidades com a minha exposição. A arte é um dos caminhos para se evitar a violência, trabalhar o ser humano, principalmente esse ser humano que fica de frente a uma TV. Eu não sou contra a mídia, sou contra programações que fazem do ser humano zumbi. E a arte muitas vezes é esquecida, principalmente na educação. Meu objetivo é fazer com que a arte seja mais trabalhada no dia-a-dia, seja valorizada, porque o artista é o cano de escape da sociedade. As pessoas adoram o artista, mas não ajudam a preservá-lo.

Cid Augusto Repórter

Mossoró-RN, sábado, 26 de abril de 20

A Pinacoteca do Estado

Postado por "Vir" on

Edifício de características neoclássicas, construído entre 1865 e 1873, o Palácio Potengi, atualmente é o Palácio da Cultura e Pinacoteca do Estado. O prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e hoje é destinado a abrigar manifestações culturais e artísticas da cidade.

Projetado pelo engenheiro Ernesto Augusto Amorim por determinação do presidente da província Olinto José Meira, o prédio inicialmente funcionou como Tribunal do Júri, a Assembléia Legislativa e Tesouraria. Considerado um exemplo da arquitetura neoclássica foi em 1965, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Conservado e administrado pela Fundação José Augusto desde 1996 passou a ser espaço cultural abrigando em suas dependências um acervo de cerca de 500 obras.

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Pinacoteca do Estado

A Pinacoteca do Estado tem como objetivo recolher, conservar, expor, divulgar e promover a produção das artes visuais através de cursos e palestras pertinentes. A Pinacoteca dispõe de peças em seis núcleos expositivos, além do mobiliário antigo do Palácio. Possui, também, salas reservadas para exposições de artistas. A configuração arquitetônica do edifício torna tecnicamente possível receber exposições de grande porte e permitir a realização de exposições simultâneas, alem da exibição do acervo permanente da instituição.

A Pinacoteca do estado se constitui num equipamento de Educação, recebendo em torno de 1.000 visitas mensais, sendo a maioria de professores e alunos das redes de ensino público e privada, do Capital e do Interior.

Um passeio pelas salas da Pinacoteca do Estado vai nos permitir contemplar as obras dos principais artistas plásticos do nosso Estado. A diversidade criativa é uma das marcas da pinacoteca, onde artistas como Abraham Palatnik, Cícero Dias, Raul Córdula, Newton Navarro, Dorian Gray, Maria do Santíssimo, Jordão, Ana Antunes, Vicente Vitoriano, dentre outros, convergem para uma pluralidade estética, representando relações com várias escolas artísticas.

No acervo existem algumas coleções, cuja sensibilidade do artista se mistura à nostalgia dos suntuosos salões do Palácio, criando um ambiente perfeito para o apreciador da arte. São coleções principalmente de autores potiguares como Newton Navarro, Dorian Gray, Moura Rabelo, as coleções de gravuras (litografias, xilogravuras, gravuras em metal e desenhos de artistas, e as talhas trabalhadas em madeira, do escultor mossoroense, Manxa.

Este acervo, além de contar a história secular das artes visuais em nosso Estado, conta também com obras de importantes nomes do cenário nacional, a exemplo de Tarsila do Amaral, Abraham Palatnik, Antonio Perreiras, Fayga Ostrower, Cícero Dias, Rubéns Gershman, entre outros, totalizando mais de 800 obras.

O acervo das artes visuais da Fundação José Augusto foi construído gradativamente, ao longo dos anos, na sua grande maioria por doação dos artistas. Poucas obras foram adquiridas através de compra. A Pinacoteca dispõe de peças em seis núcleos expositivos, além do mobiliário antigo do Palácio. Possui, também, salas reservadas para exposições de artistas, ou para outras atividades culturais, tais como seminários, recitais e lançamento de livros. O acervo da Pinacoteca do RN cumpre etapa importante. Seus quadros começam a sair da reserva técnica para serem expostos no interior do estado.

Aberto de terça a domingo, a Pinacoteca recebe de 300 a 400 visitantes ao mês. A presença maior é de estudantes tanto de nível médio quanto superior.

Contato: Praça 7 de Setembro - Cidade Alta - Natal / RN. Das 8:30 às 17h, de terça a domingo.
Fone: (84) 211 4620 – 211 7056

Fonte:
30/04/2008 - Dn Educação
http://www.fja.rn.gov.br/pg_artesplasticas.asp
http://www.mineiropt.com.br/conteudo/noticia.php?id_noticia=2639

Newton Navarro

Postado por "Vir" on domingo, 1 de junho de 2008

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Newton Navarro-Album profissionais do RN/ Aquarela/ 1990

Escritor erudito, dramaturgo, poeta, desenhista e pintor. Ficou conhecido um dos artistas mais populares do Rio Grande do Norte. Fez uso de técnicas como aquarela, óleo, nanquim aguada, guache, bico de pena e outros materiais como borra de café e chá. Ele desenvolveu a partir do grafismo a idéia de expressão, movimento e ritmo.

Pintor figurativo, acolheu o abstracionismo como forma de arte, abusava da cor, do traço anatômico. Os seus traços, aparentemente agressivos, são suavizados com o uso das cores. A arte dele não era baseada na cor, utilizava apenas como informação cromática dentro de uma composição de desenho. Quando desenhava, observava cada passo do seu objeto e ficava horas e horas observando suas personagens, registrava na sua memória visual os movimentos, as cores, as formas para depois esboçar e dar o acabamento final.

Navarro foi o precursor da arte moderna no Rio Grande do Norte. A cidade desconhecia o movimento da Semana de Arte de 22, que só se manifestou 27 anos depois, em 1949, através da primeira exposição de Newton Navarro. Muitas telas chegaram a chocar a população da pacata cidade de Natal, acostumada apenas às pinturas bucólicas do pôr- do-sol do Rio Potengi, do Farol de Mãe Luiza e da Praia da Redinha e dos pontos turísticos.

O que mais chama a atenção na obra de Navarro, além dos traços fortes e as cores é a simbologia adotada como forma de expressão- uma transferência da imagem para um significado abstrato.
Para saber mais:

A obra de Flavio Freitas

Postado por "Vir" on sábado, 31 de maio de 2008

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Bicicleta Galo Campina140 x 150 cm 2002

Flávio Freitas é artista plástico há mais de 20 anos, atuando na criação de desenhos e gravuras, pinturas e esculturas, tendo participado de nove mostras coletivas e protagonizado cinco individuais: a última delas em 2003, intitulada Notas Urbanas.

Formado em Arquitetura e Urbanismo, pela UFRN, Flávio começou a tomar gosto pela arte desde muito cedo. Pincéis e tintas já faziam parte do seu dia-a-dia, na infância.

Atualmente, trabalha em seu atelier no bairro histórico da Ribeira, avenida Duque de Caxias, 182, em Natal.

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